quarta-feira, 30 de junho de 2010

Que sempre fui sozinho é fato, mas sempre tive uma mãe e um pai. Gostaria de saber onde eles se enfiaram? Atitudes não tomadas geram dores, talvez, insanáveis.
Antes eu era controlado e reclamava, hoje sou largado e continuo reclamando. Não consigo me entender. Estou carente desse amor afetivo que ninguém sabe dar, só meus pais. Cada vez sinto que a distância aumenta mais.
Poderia ter contado toda a verdade na hora; Talvez tal afastamento teria uma justificativa. Menti a mentira e sofro por não ter falado a verdade. A saudade tá gritando, tá doendo, tá machucando.
Hoje contei uma coisa. Nada foi feito, nenhum gesto direcionado. Eu estou vazio, tentando procurar aonde estou. Agora mesmo vi que só sirvo pra solucionar pequenos problemas.
Cansei de ser o técnico! Quero ser o filho amado de outrora. Foi se o tempo em que eu era feliz e não sabia, em que a infelicidade gerava tamanha alegria.
Não quero ser a vítima dos shows protagonizados por eles. Exemplo claro foi o dia que minha mãe soube que eu estava de barba na cara. Ora, por acaso existe barba nos pés? Por favor né.
Eu queria tanto que eles enxergasse que eu não sou mais uma criança. Sou um adolescente necessitado de cuidados, de conversas e de mente aberta.
Detalhe, eles convivem comigo, sobre o mesmo teto, quase 24H por dias e não percebem o que eu preciso.
Não acredito no que leio e vejo, nada pode ser tão perfeito como as revistas afirmam. Queria apenas o apoio, se não, o carinho.
Na minha face está escrito o que eu não consigo entender, mas que o mundo consegue ler e se certificar de que não estou bem a léguas de distância.
Por isso que faço o que faço. É com essas atitudes tão graciosas, pra não dizer ao contrário, que planejo um futuro fracassado; Um futuro sem futuro.
Vozes me irritam, músicas não me consolam, pessoas não me entendem... Não sei aonde estou. Espero que as mudanças ocorram no físico e no espírito.
Graças a Deus, esse mês acaba hoje. Odeio Junho com todas as minhas forças. É, eu odeio. Me encontro louco pra chegue tal semana de férias, tal fim do ano, tal verão.
Além das mágoas do presente e do passado, carrego a dor do presente pro futuro inteiro. Sou traumatizado... Sim, sou. Eu não tenho apoio pra nada. Sozinho eu não vou conseguir.
Gostaria de encontrar um pessoa, não por tesão, que me abraçasse e falasse - Não tenho poder de sanar suas dificuldades, dores e mágoas, mas posso te encorajar, posso te fortalecer quando você necessitar -. Um ser que só existe na minha imaginação.
Raciocinar! Não estou conseguindo, afirmo. Vou continuar assim, até que da minha imaginação se forme realmente quem eu gostaria que existisse. Esperando fervorosamente o entroncamento da vida, aonde as decisões são tomadas sem volta.
Estou debilitadamente debilitado da minha verdadeira realidade. Saber que escolhi tudo isso me poem insano mais do que já sou. Tenho que vencer, tenho que vencer... Por enquanto não sei como.
Vou me afastar de tudo e de todos como tenho feito aos poucos, talvez, nessa hora eu encontre quem eu imagino.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Momentâneo sim, mais estou muito feliz. É bom saber disso após tudo que foi falado e feito. Mentiras sobre mentiras; Através delas vi o necessário. Não adianta esconder, um dia tudo será revelado.
Que bom, né? Segue e vá embora sem deixar rastro. Eu já me acostumei. Foi ótimo ouvir o que ouvi. Me acostumei de uma maneira, tão gratificante, que ninguém terá malicia suficiente pra tentar desvendar.
Extremamente diferente as sensações. Passei horas ao seu lado e nada senti. Graças a graciosa Lua cheia... Com seus encantos, desencantou o denominado impossível.
Que viva tamanha felicidade, que viva a Lua cheia, que viva o amarelo, que viva Oxum. Grato a ti, preciosa mãe.
... Hoje estou feliz, acordei com o pé direito. Verdade! Não quero fazer nada igual. Palavra do momento: Inovação.
Não sei exatamente quanto tempo isso vai durar. Que dure enquanto eu possuir merecimento. Desejo que seja por um bom tempo.
Mesmo que seja brincadeira, me agarrei com unhas e dentes na oportuna oportunidade. É, percebi que sou de fases. Principalmente com atuação fiel da Lua; Companheira de todos os momentos e da esplêndida noite.
Em um grandioso agradecimento, eu estou em toda parte, em todo canto. Sendo de ninguém, esperando que alguém se prontifique a saciar (...)

domingo, 27 de junho de 2010

Eu não estou aguentando viver neste inferno. Minha relação com as pessoas estão reduzidas a zero. Meu próprio lar, minha própria vida está insuportável.
Gostaria de ter o dom de sumir. No momento, são os pais. Porra, se não me deixam viver, não me peçam satisfação de nada. Cansei! Nunca fui e agora que não serei aquele anjinho imaginado.
Chega de imaginação. Realização já. Entre um suspiro e outro, a dor é grande por falta de paz. Obvio, não cairá do céu, mas onde encontrar? Estou procurando forças pra lutar e tentar a paz encontrar.
Hoje vou sair por aí, vou tentar ser feliz. Não importa o quanto eu demore, importa é que eu vou em busca do que me faz bem. Tentarei encontrar em qualquer lugar.
Não quero mais lamentar-me porque deixei de fazer. Tudo que vier ao meu pensamento será realizado. O tempo é curto demais pra não viver o que quer.
Não sei o por que, mas odeio a palavra tempo. Procuro ainda a resposta, só detesto com todas as minhas forças.
Se você quiser ir comigo em busca da felicidade, recusarei sua presença. Quero ir sozinho, somente comigo. Antes só, do que tendo presenças inúteis ao meu lado. Já chega eu que terei que aprender a me suportar.
De uns tempos pra cá tudo se desmoronou. Não foi por causa de A, nem de B, muito menos de C. Eu mesmo destruí os meus sonhos, desejos e vontades.
Vou tentar reconstruir. Por mais que demore, eu vou conseguir. Estou convicto, apenas isso.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Hoje foi um dia agradável. Praia, sol, inverno. Me refiz hoje. Precisava entrar em contato com a natureza pra recompilar minhas energias. Silêncio. Apenas areia, água e eu. Entrei em contato comigo mesmo. O horizonte fitei, grandes navios avistei. Piratas ou não, eram grandes.
Recebi um presente do mar. Senti-me abraçado pelas ondas do mar. Fui envolvido, recebi paz de espírito, alegria pra viver.
Chegando em casa tudo se desmoronou, tudo caiu e se quebrou em mil pedaços. Fechei meus olhos e fitei novamente o mar e a paz se instaurou novamente.
Quero transmitir paz aos que convivem comigo. Paciência é o que me falta. Falta porque ninguém tem para comigo. Cansei de sorrir quando quero chorar; Viver quando quero morrer; Andar quando quero cair.
Não vou pensar em chorar, morrer ou cair. Vou concretizar o sorrir, o viver e o andar. Não vou me envolver nas vibrações negativas que pairam no ar. Infelizmente, sou vulnerável. Qualquer vacilo me vejo cair nas minhas próprias ilusões.
Vou parar de me iludir, sabia? É chato. Nada do que eu falo acontece. Minhas mentiras são tão bem planejadas que passo a acreditar fielmente. Se falo que senti dor, passo a sentir; Cansaço, alegria, paz, ódio. Enfim, finjo sentir o que não senti. É que nem um remédio. Tem curta duração tal satisfação.
Sou pobre de espírito e ganancioso de alma. Pelo menos eu acho. Malandragem? Tento, nem sempre consigo. Se eu tivesse sorte, a megasena seria minha uma vez por ano. Impossível. Não a santo na Terra nem no Céu que me diga os verdadeiros números a ser apostado. Vale também para qual caminho devo tomar. A resposta está dentro de mim, já me falaram isso.
Então. Vou ficar aqui, escolhendo, tentando não olhar pro relógio, decidindo qual caminho trilhar. O rápido sem luz ou o demorado com luz.
Salve a praia, salve o mar, salve o sol, salve a lua. Deus salve.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Aquela velha dor me acompanha. Sempre no meu braço esquerdo, no punho. Fiel companheira; Mais na dor do que na alegria.
Hoje era pra ter sido um dia especial. Quer dizer, hoje foi especial, mais era pra ser por outro motivo. Por mais que eu pareça uma pedra, eu tenho e sentimentos e infelizmente guardo datas.
Enfim, hoje foi assinada a mudança. Indignante como as mudanças chegam e o que é velho ainda nos acompanha. Dor, lembranças... Passado.
Está difícil, mas eu hei de conseguir, você vai ver. Quero ir embora logo, não vou dar noticias. Não quero que ninguém saiba em qual planeta fui habitar.
Se eu pudesse falar tudo que estou pensando seria covarde da minha parte. É chato ter um blog e não poder escrever tudo que se sente.
Tá, eu não ligo. Nesta altura do campeonato não importa mais.
Queria aprender sobre como viver sem olhar pra trás, ou melhor, sem lembrar do que se passou. Não quero sem sentimento de pena ou culpa de ninguém. Quero seguir, apenas isso.
Desejo beber até não aguentar mais, rir de tudo e todos e ter uma noite de sono tranquila; Poder deitar minha cabeça em qualquer lugar e não lembrar de nada e rir quando afirmarem que fiz sem eu nada lembrar. É engraçado isso.
Qual é o segredo do esquecimento? Quando souber, comenta, por favor (risos). Não demore em relação a isso. Necessito pra ontem, ok? Certo.
Olho-me no espelho e não me encontro. Vejo uma imagem que jamais criei e sinto dores que não pedi. Felicidade seria se desejos se realizasse com o estalar dos dedos.
Estou apenas com saudades de quando eu era idiota, gordo, feio e chato. Atrás não volto mais. Era feio ser feio e é pior ainda ser bonito. Por mais que o espelho informe o contrário, de um tempo pra cá, a beleza é o que eu vejo. Vejo com algumas imperfeições, mais vejo.
Sinal que esse não sou eu, sinal de que tudo muda e que tudo é imperfeito, já que nada é perfeito. Vá em busca do seu desejo porque eu já fui a séculos.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

O tempo voa, o mundo se modifica e a esperança nunca morre. Impressionante! Estou com fome de garra e com sede de vitória. Eu vou vencer todos os obstáculos que existir.
Não sei por onde começar. Só por isso não vou desistir. Todos os caminhos levam ao lugar almejado. Uns longos, outros curtos; Mais todos nos levam a vitória.
Hoje a solidão foi minha companheira. Grandes risadas eu dei e o sangue descendo cada vez mais. O que valeu foi a leitura. É difícil aceitar que por causa de uma pessoa, o restante inteiro está sumindo.
Sempre fui sozinho, por que agora que companhia? Estou mudando... Sim e não, não sei. É deprimente (risos). Enfim, é melhor ser como antes nesse aspecto.
Centelhas de escuridão caem do inferno. Estranho? Pois é, ser normal não é ser legal e ser diferente é bom. Não me torna melhor ou pior do que ninguém; Apenas diferente.
Lutei tanto contra essa diferença e hoje convivo com ela e grato sou. O que seria de mim sem eu no meu caminho. Não forço nada com ninguém. Se cansei, cansei e ponto.
Quero apenas trilhar uma caminhada doce. Claro, com algum amargo porque o doce nem sempre é doce. O amargo, o sofrimento, na maioria das vezes constrói mais que a vitória. Agradeço pelos buracos onde caí, pelos empurrões que levei. Não seria eu sem isso.
Nada a declarar e tudo à sorrir.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Os sonhos que a gente teima em não realizar, os desejos que jogamos pra fora do lar, a vida que deixamos de viver e o possível que foge de nós.
Eu não sei como estou. Sim, eu sei. Estou lutando. Lutando pra que tudo que já se foi, se torne apenas uma lembrança e não um medo arrebatador. Poucos são os que conseguem milagroso e extraordinário fato.
Casei de dizer que não consigo, de afirmar que é impossível e de fugir da realidade. O grande problema é enfrentar tudo isso com o peito aberto. Pretendo não mais dizer que não consigo, darei um jeito. Tudo tem um jeito.
Lágrimas derramadas, dores sentidas, sentimentos repreendidos. Não quero tristeza. Procuro a saída deste grande labirinto de coisas inertes e vou em busca da luz.
Quero chegar aonde ninguém chegou. Tentarei mudar meus hábitos bons pelos piores. Passarei a me amar ao invés de amar alguém por pena. Chega de tudo isso. Espero que Deus me liberte.
Nos últimos momentos tenho tido vontade de felicitar os que tentaram chegar e não conseguiram. Claro, depois que eu chegar ao posto que tanto almejo. Me sinto hipócrita afirmando tal afirmativa; Não quero ser diferente nesse aspecto. 1º eu, 2º eu e 3º eu!
Tiro fotos em todos os lugares, vejo pessoas de diferentes formas e não consigo me entregar como antes. Tudo é diferente, inclusive eu, mesmo que a dor no peito, o vazio momentâneo e as feridas ainda abertas insistam em incomodar. Vou esquecer de quem fui e vou viver de uma maneira diferente.
Não vejo necessidade da amizade de certos indivíduos que caminham comigo . Cansei de falsidade por falsidade. Se for pra ser sincero, prefiro me poupar.
No fim do fim tudo vai mudar, coisas vão acontecer. Serei eu o protagonista da trama e o principal convidado pra assistir minha vitória.
Eu me amo, eu me amo e eu me amo. Tem dúvidas? É, você não se ama.

domingo, 20 de junho de 2010

Eu estou crescendo. Percebo a cada minuto que não é o que eu realmente quero e que foi apenas nada. Cansei legal agora. Não há mais o que fazer, e graças a Deus, o povo de rua atendeu meu pedido.
Cansativo, chato, entediado, magoado, doloroso e fútil tudo isso. Passei a olhar mas pra mim, passei a me amar e a ter momentos felizes.
A noite... Ah a noite! Me faz enxergar os maiores mistérios, sejam realidades ou fictícios.
Num mar, você com um ramalhete de rosas vermelhas, seu amado e mãe Yemanjá. Me entregastes o ramalhete e fostes com seu amado e mãe Yemanjá para o reino d'água de onde nunca mais voltará pra me assolar.
É interessante como sem querer, sem agir para isso, as coisas acontecem. Acho que um pensamento, uma vibração mais forte, faz tudo acontecer sem um dedo mover.
O tempo de recolhimento acabou. É tempo de diversão, de sorrir, de ver o mundo como ele realmente é e tratar, resolver e dar fim a certos problemas com o ar da malandragem.
Deveria haver uma religião do amor próprio. Nunca ouvi nada a respeito. Serei eu o fundador de tal instituição religiosa a si mesmo? Pois é.
Eu me libertei de você e de você. Não há um Deus no céu e um Diabo no inferno que me faça voltar a pensar nisso novamente. Eu consegui até agora, de ontem pra hoje, porque não conseguirei mais? Me poupe.
Ainda bem que palavras o vento leva e o que foi escrito pode ser rasgado ou apagado. Arrependimento? Não é a palavra certa, pois tudo tem um verdadeiro motivo pra acontecer. Afinal, só aprendemos com cicatrizes. Sim, foi ótimo.
Quero ver o homem ou a mulher que vai aparecer e mexer comigo outra vez. Eu pedi. Está nas mãos da rua, nas mãos de Deus. Só aguardo que não seja para criar uma nova cicatriz. Estou cansado de olhar para as que eu já possuo.
E pra terminar, como é bom ter admiradores que me odeiam. Se me olham é porque de alguma maneira me invejam e desejam tudo que eu tenho; Desde a minha excepcional luz até o meu mais imperfeito defeito. É, pois é. Vocês serão a escada da minha vitória.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O meu coração está apertado e a alma dominada por sentimentos involuntários. Está ficando cada vez mas difícil saber o que desejo.
Sua voz me faz bem no fim do dia através do telefone. Após um dia turbulento , cheio de imprevistos, você me acalma sem saber.
Queria poder saber o que se passa comigo e o que se passa na sua cabeça. Assim não está bom! Já teve pior, então reclamo menos.
Quanto a mim, sim, minha vida muda a cada segundo. A rotina é a mesma sempre. Isso vai mudar, assim eu espero.
Pois é, uma nova fase está pra surgir. Irei mudar... Como eu não sei. Tentarei.
Quero aproveitar tudo que for possível e queria não carregar meu passado comigo. Maldito desejo; Sei que não conseguirei. Afinal, passado é passado. Só que, o que aqui me refiro, é um passado mais que presente. Não tem como não levar, muito menos como esquecer.
São tantas as ameaças da vida que fico a desejar dias melhores, onde a dor se transformará em luz e a luz será nosso caminho. Sim, eu creio nisso.
Os dias estão voando e as oportunidades sendo jogadas no lixo. Vamos ver se isso mudará. Farei o que estiver ao meu alcance, já que você continua comigo; Sempre e sempre.
Tudo tem um Porque e você foi o meu Porque esclarecedor, afim de me mostrar novos caminhos e horizontes. Será que vou enxergar? É, pergunta essa que a resposta só você pode dar.
Vai ser bom caminhar nessa jornada chamada vida com você. É apostar com a sorte e ver o que vai acontecer.
Sim, sou paciente a partir de agora e esperarei pra ver o resultado.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Eu não consigo entender como eu faço tudo errado. Faço, sem querer, que pessoas revivam seu passado infernal. Sim, eu me inspirei em uma cena escutada. É, eu faço tudo errado, tudo mesmo.
Jurei pra mim mesmo que me conteria, jurei pro mundo que não te procuraria. Algo dentro de mim clama por você. Está insuportável não saber o que é.
Procurei me aconselhar com os amigos sobre o que fazer e mesmo assim o dia de ontem não sai da memória. Brigas, palavras ao vento, palavras cortantes e uma cena desnecessária que aconteceu mesmo não estando no script.
É muita confusão, é muito aborrecimento. Minha cabeça está um verdadeiro turbilhão. Eu queria saber aonde encontro alivio para as chagas que eu mesmo feri.
Os mais velhos afirmam que não adianta chorar pelo leite já derramado. O que foi feito não tem mais como mudar. Enfim, o tempo vai fazer melhor.
Novamente me encontro à deriva do tempo que nunca caminhou comigo. Vamos ver se o final será diferente, já que o inicio foi escrito da pior maneira possível.
Estou na busca do melhor a ser feito e se o melhor é você me deixar de lado e não me procurar mais, eu vou entender. Já tenho uma desculpa para os meus sentimentos.
Procuro palavras! Só encontro um grande vazio...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

É incrível como a noite é convidativa a todos os mistérios, encantos e magias. Sob a luz da Lua, os pensamentos se tornam mais flexíveis e reflexivos ao mesmo tempo; Faz-nos imaginar se o bom, realmente é bom.
A cada dia que se passa a dificuldade aumenta tornando nossos dias com mais adrenalina e, por muitas das vezes, tristes mediante ao fracasso. Claro, nem tudo é tão ruim. A vitória nos dá gás pro próximo dia, a fim de tentarmos fazer igual, ou melhor.
O igual talvez não seja a melhor solução, e o melhor, também, não seja o melhor. É difícil nos entregar através das palavras, é difícil nos expressar... A palavra limita qualquer ser humano. Cá pra nós, tudo limita o ser humano, até nós mesmos nos limitamos.
Com certeza, só vamos aprender mediante ao sofrimento, a queda, ao desespero e ao lodo de nossas ações. É necessário deixar as coisas fluírem e não mover um dedo.
Seu silêncio limita minhas ações; Sua ausência me faz enxergar que de nada vale você, também, tudo que é bom, dura pouco e sua presença não é exceção.
Ao me flagrar observando o entra e saí de milhões de pessoas de uma estação de metrô, contemplei que tudo chega ao fim, que muitos se vão sem nada deixar, sem nenhum tipo de pista ou coisa qualquer e que muitos ao fim do dia não fazem à mínima questão de lembrar por onde passaram e se vê sem condições de voltar e ver o que deixou plantado.
A incrível noite me fez um convite e eu aceitei. Voei por outras bandas e consegui ver alguns dos mistérios obscuros desse sentimento chamado amor. E quantos aos meus sonhos, acabei de guardá-los num pote, escondido não muito complexo, onde um dia alguém encontrará e de pronto virá a realizar.
Sim, eu estou chegando ao final de mais uma página. Claro, pode haver voltas, mais não será perfeito assim como foi no início, afinal de contas, nada foi, é ou será perfeito, pois a perfeição se encontra longe dos seres humanos viventes na Terra.
E quanto mais palavras eu busco, mais eu afundo no abismo de minhas insanas sanas ideias. Só mais uma coisa... Eu estou desistindo sim. Para sempre? Não sei. Tente novamente mais tarde, obrigado.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O tempo frio, o livro na cabeceira da cama, a coberta gelada e a mente dispersa, me faz lembrar de um passado que criei e que nunca aconteceu. Sorrisos inexistentes, palavras não ditas, gestos não feitos, atitudes que não foram realizadas e sonhos não concluídos. Perco-me na nostalgia de minhas falsas lembranças.
O tempo, mais uma vez, está propicio para lembrar todas as mentiras já ditas. Será que haverá a possibilidade do sol sair em meio à neve? Será que a estrela terá condições de brilhar em meio à névoa?
Tudo se encontra vazio, assombrado pelo frio desolador das ruas desertas, que invade meus pensamentos. Não consigo raciocinar direito, não consigo escolher um final para muitas situações que sucedem em pouco tempo.
Junho... Um mês festivo para tantos e imperdoável para muitos. Festas, comidas típicas, alegrias, danças e muitos sorrisos. Já para aqueles que se encontra sobre o medo do passado vir a tona, Junho é um mês sombrio, onde só a cama, a coberta, a leitura e seus devaneios são seus fiéis companheiros.
Uma coisa que odeio é ficar em casa quando o mundo está vivo lá fora. Nostálgico e só, me observo a ver o tanto de coisas erradas que fiz, o quanto fui burro em certas atitudes e tento imaginar se conseguirei ser diferente, se a felicidade deixará de ser aparente e se amor triunfará sobre todas as coisas.
Digamos que a única coisa boa desta época, quando a solidão lhe faz companhia, é o dinheiro que aparece e se multiplica em questão de segundos. Dinheiro... Ah! Um mal tão necessário para toda a humanidade. Alguns incrédulos de si mesmo, afirmam que o dinheiro traz a sonhada felicidade. Eu com tanto não encontro aonde vende.
Enfim... Desejos, sonhos, metas e tristezas a parte, o frio ainda assola a minha alma. Sol (luz), cadê você?