domingo, 20 de junho de 2010

Eu estou crescendo. Percebo a cada minuto que não é o que eu realmente quero e que foi apenas nada. Cansei legal agora. Não há mais o que fazer, e graças a Deus, o povo de rua atendeu meu pedido.
Cansativo, chato, entediado, magoado, doloroso e fútil tudo isso. Passei a olhar mas pra mim, passei a me amar e a ter momentos felizes.
A noite... Ah a noite! Me faz enxergar os maiores mistérios, sejam realidades ou fictícios.
Num mar, você com um ramalhete de rosas vermelhas, seu amado e mãe Yemanjá. Me entregastes o ramalhete e fostes com seu amado e mãe Yemanjá para o reino d'água de onde nunca mais voltará pra me assolar.
É interessante como sem querer, sem agir para isso, as coisas acontecem. Acho que um pensamento, uma vibração mais forte, faz tudo acontecer sem um dedo mover.
O tempo de recolhimento acabou. É tempo de diversão, de sorrir, de ver o mundo como ele realmente é e tratar, resolver e dar fim a certos problemas com o ar da malandragem.
Deveria haver uma religião do amor próprio. Nunca ouvi nada a respeito. Serei eu o fundador de tal instituição religiosa a si mesmo? Pois é.
Eu me libertei de você e de você. Não há um Deus no céu e um Diabo no inferno que me faça voltar a pensar nisso novamente. Eu consegui até agora, de ontem pra hoje, porque não conseguirei mais? Me poupe.
Ainda bem que palavras o vento leva e o que foi escrito pode ser rasgado ou apagado. Arrependimento? Não é a palavra certa, pois tudo tem um verdadeiro motivo pra acontecer. Afinal, só aprendemos com cicatrizes. Sim, foi ótimo.
Quero ver o homem ou a mulher que vai aparecer e mexer comigo outra vez. Eu pedi. Está nas mãos da rua, nas mãos de Deus. Só aguardo que não seja para criar uma nova cicatriz. Estou cansado de olhar para as que eu já possuo.
E pra terminar, como é bom ter admiradores que me odeiam. Se me olham é porque de alguma maneira me invejam e desejam tudo que eu tenho; Desde a minha excepcional luz até o meu mais imperfeito defeito. É, pois é. Vocês serão a escada da minha vitória.

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