Eu ainda sobrevivo em meio a tanta saudade que insiste em me acompanhar. Saudades alheias também afetam. Lágrimas rolam na minha face. Porém, saudades de que ou de quem? Talvez seja por causa da liberdade. Sei que não preciso esconder minha personalidade. Eu sei quem vai gostar, eu sei quem não vai gostar. E quanto a gostos, eu já não ligo mais, afinal cada individuo tem o seu.
E essa saudade engloba o meu passado não vivido, o meu futuro inesperado, o meu presente que está se reconstruindo e ao meu momento introspectivo. Me falaram que eu mudei. Sim, eu mudei. Só não sei dizer se pra pior ou pra melhor. O tempo corre tanto, que quando eu paro nele, eu vejo que muita coisa mudou, mas não sei como isso tudo ocorreu.
E essa saudade engloba o meu passado não vivido, o meu futuro inesperado, o meu presente que está se reconstruindo e ao meu momento introspectivo. Me falaram que eu mudei. Sim, eu mudei. Só não sei dizer se pra pior ou pra melhor. O tempo corre tanto, que quando eu paro nele, eu vejo que muita coisa mudou, mas não sei como isso tudo ocorreu.
Quando eu chorar não me pergunte porque, porque eu não sei explicar. É uma falta de tudo e uma presença de tudo; Tudo ao mesmo tempo. E tudo ao mesmo tempo me desconcerta. A cada piscar de olhos é mais um dia que some dos meus olhos.
Hoje minha fé me faz crer que tudo tem um porque, mas essa mesma fé não me revela esse porque, e quando revela já é tarde demais. Chega a ser desnecessário. Eu compreendi que se eu estou aqui, é porque decidi assim e ser quem sou não importa a ninguém tal escolha ou decisão. Disso eu não preciso saber, pois eu já sei.
Eu já me aceitei mediante a tudo e a todos. Foi um longo processo, mas eu consegui. Não vou abandonar meu sonhos (assim eu espero). E confesso que estou confuso em relação aos sonhos para com o futuro. Nada me vem a mente, nada me vem a cabeça - Nada vem ao meu encontro. Mas eu não ligo. Existe um horizonte a ser buscado, e seja o que for eu vou aproveitar o máximo. Espero aproveitar sem me arrepender.
Bom, eu desejo que essa saudade se finde, porque daqui a pouco mais um dia vai acabar e outro virá. E eu confesso que não tenho o que confessar, afinal, não há nenhum problema maior que o problema alheio. Nada somos e, um dia, tudo seremos. Eu só quero mais liberdade.
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