O silêncio me permite entrar na alma de minha alma e observar o que pode estar errado. O querer corrigir não é a expressão do momento, mas o querer saber o que há de errado está na bola da vez. Eu não sei dizer se é certo ou errado tudo que penso, quero, falo, faço e vivo, mas sei que é intenso pra mim. As consequências são inúmeras ou diversas; Não há escapatória! Somos cobrados centavo por centavo.
Chega uma hora que a verdade se faz necessária e esse mau eu cometerei com um certo gosto. Digamos que está na cara o que é, mas a confirmação tirará um peso que se encontra sobre meus ombros. Com isso, respirarei aliviado e caminharei com minha cabeça erguida até quando for possível.
É hora de ser verdadeiro com quem merece a minha verdade e de ser inútil pra quem vive na inutilidade. Convenhamos, inútil por inútil não faz mau, apenas faz o tempo se perder por ações inúteis.
Este silêncio que me permitiu vagar por onde estou vagando, me faz entrar num profundo sono cujas lembranças se perdem ao abrir os olhos. Tento sonhar menos e realizar mais, porém é tão difícil correr atrás do que queremos ou do que se faz necessário. Vou tentar reverter essa situação, vou tentar trilhar o caminho da bonança e por aí em diante.
O suor que me corre a face é choro calado de minhas entranhas que me fazem perceber que não sou nada, muito menos alguém; Sou apenas um refratário, além disso, sou o meu próprio réu perante a suprema corte. Sei que cometi/cometo delitos intermináveis para com a minha consciência, mas não tem outra saída, não há outro caminho.
Desde a minha última postagem a leitura tem sido minha fiel companhia. Vejo histórias, imagino cenas e me sinto um personagem da história que acompanha tudo de longe. É o modo menos desgastante de me livrar da escura nuvem que pairou sobre meu espírito.
Eu tenho certeza que essa situação vai mudar, o que me resta resposta é de quando será tamanha mudança. Só que desta vez eu não vou esperar cair no meu colo. Papel, letras, dinheiro e quem sabe um amor; Isso é o que eu preciso.
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